Pelourinhos

 

 

 

 


Pelourinho de Mondim da Beira


Pelourinho de Mondim da Beira

 

O pelourinho de Mondim da Beira assenta em três degraus quadrados, sendo o inferior irregular devido ao desnível do solo.

Sobre este trono de degraus pousa a coluna num pedestal em forma de cubo com setenta centímetros de face deste volumoso elemento, sobe o fuste de secção quadrangular de esquinas chanfradas, tendo a parte inferior e superior modelação quadrada devido à interrupção dos chanfros.


Sobre a coluna assenta o remate volumoso e maciço. Nasce de quadrado simples, igual à do fuste, desenvolvendo-se em moldagem crescente. Na face virada a sul assenta sobre este conjunto de molduras o escudo das quinas de Portugal.


No corpo prismático terminal tem ao centro de cada uma das faces uma caratonha ladeada de colunetos cantonais.
Num dos lados do prisma está gravada a data de 1790.
O monumento termina em colote esférica.

 

in: Pelourinhos do Distrito de Viseu, 1998


 

 

 

 


Pelourinho de Tarouca

O pelourinho foi demolido na segunda metade do século passado e as suas pedras jazeram muitos anos junto à casa do senhor Duarte Lobo que, de abandonadas e sem função, aproveitou-as já no principio deste século para escoramento de uma trave da sua adega, local onde ainda se encontra.


O pelourinho de granito possui coluna octogonal com um metro e sessenta centímetros de altura, tendo faces de medida irregular.

 

in: Pelourinhos do Distrito de Viseu, 1998

 

 

 

 

 


Pelourinho de Ucanha


Pelourinho de Ucanha

 

São quatro os degraus que compõem a base do pelourinho de forma octogonal lisos e de igual altura.
A coluna tem um anel rebordante de duas molduras, decease uma plana e outra curvilínea a meio da sua altura. É de forma octogonal, tadalafil com faces lisas, possuindo junto aos degraus, quatro faces.


Ao cimo, repetem-se as mesmas faces que terminam por relevado lavor cantonal onde apoia o capitel. Este é composto de moldura toral de forma quadrada bastante elevada sobre a qual pousa a volumosa peça de remate de quatro lados, com recorte côncavo, à exceção de uma das faces, onde assenta o escudo das armas de Portugal.


Nos ângulos, banda lavrada enrola-se formando volutas de elegante curvatura. Uma funda canelura em toda a periferia separa a placa cimeira que tem a forma de mesa.
As armas de Portugal possuem apenas seis castelos em expressão esquemática, sem a preocupação da heráldica.

 

 

 

 


Pelourinho de Várzea da Serra


Pelourinho de Várzea da Serra

Num pequeno largo em frente do edifício que foi casa da câmara, rx ergue-se o pelourinho de Várzea da Serra.

A coluna pousa sobre dois degraus. Inicialmente eram três de forma muito arredondada, mas de expressão octogonal. Elevam-se a partir da base quadrada, em forma de simples cubo com os ângulos rebaixados superiormente, dando a forma oitavada ao fuste.


A coluna tem cerca de três metros de altura com faces lisas, tendo à altura de um terço uma gola que a circunda e onde provavelmente se situou, uma cinta em ferro já desaparecida.

Assenta diretamente no fuste, tabuleiro de forma quadrangular com remate em faces de dupla moldura. Ao centro do tabuleiro ergue-se peça paralelopídica cujos bordos se alteiam nos quatro ângulos. Da cava interior eleva-se esfera um pouco achatada. Numa das faces deste cubo desenha-se sulco fundo de contornos curvilíneos. No interior desta expressão existem as armas nacionais.

 

 

 

in: Pelourinhos do Distrito de Viseu, 1998